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Amortização extra e quitação antecipada

Veja o efeito real de um aporte extra num financiamento: quanto tempo você economiza ou quanto sua parcela cai — e quanto isso poupa em juros.

Dados do financiamento

Resultado

Parcela atual (antes do aporte)—
Novo prazo (após o aporte)—
Total economizado em juros—

O que acontece quando você amortiza um valor extra

Um financiamento é pago pela Tabela Price: parcela fixa, calculada sobre o saldo devedor e a taxa de juros contratada. Quando você faz um aporte extra e pede para abater diretamente do saldo devedor (não para adiantar parcelas), esse valor reduz a base sobre a qual os juros futuros incidem — e você escolhe entre duas formas de aproveitar essa redução.

Nova parcela = Novo saldo × [ i × (1+i)ⁿ ] / [ (1+i)ⁿ − 1 ]
Novo prazo: mesmo saldo e mesma parcela, resolvendo para n em vez de recalcular a parcela.

Reduzir prazo x reduzir parcela

Ao reduzir o prazo, a parcela mensal continua a mesma de antes, mas o contrato termina mais cedo — essa opção costuma gerar a maior economia total em juros, porque você reduz o tempo de exposição aos juros compostos. Ao reduzir a parcela, o prazo original é mantido, mas o valor mensal cai — essa opção alivia o orçamento mês a mês, só que poupa menos juros no total, porque o dinheiro continua "exposto" aos juros pelo mesmo tempo, só que sobre um saldo menor.

Vale mais a pena amortizar ou investir o dinheiro?

Uma regra prática: compare a taxa de juros do seu financiamento com o retorno líquido que você conseguiria investindo esse mesmo dinheiro. Se o financiamento cobra mais juros do que você conseguiria ganhar investindo com segurança semelhante, amortizar tende a valer mais a pena — é como conseguir esse retorno garantido, sem risco, na forma de juros que você deixa de pagar.

Simulação educativa com taxa de juros constante ao longo de todo o prazo restante. Contratos reais podem ter taxas pós-fixadas ou correção monetária que alteram esse resultado.